PROFº JOSÉ LUMMERTZ
NACIONALIDADE: BRASILEIRO
DATA DE NASCIMENTO: 23/11/1966 ESTADO CIVIL: CASADO
ENDEREÇO: RUA ODERICH , 642/401 - SÃO SEBASTIÃO DO CAÍ(RS)
CEP : 95760-000 BRASIL
FONE/FAX: 00 55 51-3635-3217 CELULAR: 00 55 51-9915-9673
e-mail : joselummertz@hotmail.com CREF: 000124G2/RS
1. FORMAÇÃO ACADÊMICA
1.1 GRADUAÇÃO
ESCOLA SUPERIOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA - FEEVALE - NOVO HAMBURGO RS
DIPLOMA N0 22 PÁGINA 04 - V L EEF-9 MEC - 1990
1.2 PÓS-GRADUAÇÃO
PERFORMANCE DO TREINAMENTO DESPORTIVO – RG Nº8.348 FLS. 115 L-14
UNIVERSIDADE GAMA FILHO - RIO DE JANEIRO - 1995
1.3 ESTUDOS SUPLEMENTARES
1.3.1. PREPARAÇÃO FÍSICA - ESTÉLIO DANTAS - RIO
1.3.2. PREPARAÇÃO FÍSICA NO FUTEBOL - LANCETTA - RIO
1.3.3. DINÂMICA DE GRUPO - RS
1.3.4. TÉCNICAS DE PREPARAÇÃO PSICOLÓGICA DO ATLETA - RS
1.3.5. CURSO HANDEBOL DE ATO NÍVEL - CURITIBA(PR)
1.3.6. TÉCNICO DE ALTO NÍVEL - ARACAJU(SE)
1.3.7. PSICOLOGIA DESPORTIVA - ARACAJU(SE)
1.3.8. BASES BIOLÓGICAS PARA TREINAMENTO FÍSICO - RS
1.3.9. CONDICIONAMENTO FÍSICO – RS
1.3.10. INFORMÁTICA – WORD (SEM DIPLOMA)
1.3.11. INGLÊS – LANGUAGE INSTITUTE FOR ENGLISH – RUTHERFORD NJ 1990
2.EXPERIÊNCIA
2.1. ESCOLA ESTADUAL DE 1º E 2º GRAUS - Sao Sebastião Do Caí -1992
2.2. S.E.R. CAÍ – PREPARADOR FÍSICO DA EQUIPE FEMININA - 92/1996
4º COLOCADO NO CAMPEONATO BRASILEIRO- 1994 – JUNIOR - CAMPEÃO ESTADUAL -1994- INFANTIL
CAMPEÃO ESTADUAL -1994- JUVENIL
VICE-CAMPEÃO ESTADUAL - 1995- ADULTO
3º COLOCADO NO CAMPEONATO BRASILEIRO – 1995 – JUVENIL
CAMPEÃO ESTADUAL - 1996- ADULTO
2.3 ESPORTE CLUBE GUARANI - SÃO SEBASTIÃO DO CAI(RS)
PREPARADOR FÍSICO DA EQUIPE JÚNIOR– 1995
2.4 ESPORTE CLUBE NOVO HAMBURGO - 1996/1997
CAMPEÃO ESTADUAL DA 2º DIVISÃO DE PROFISSIONAIS - 1996 2.5 ANÁPOLIS FUTEBOL CLUBE - GOIÁS(GO) - 1998
3º COLOCADO NO CAMPEONATO ESTADUAL
2.6 AL RAED SPORT CLUB - SAUDI ARABIA- AGO/1998 - NOV/1999
VICE-CAMPEÃO NACIONAL - 98/99 – 2º DIVISÃO
(QUALIFICADO PARA DIVISÃO DE ELITE – 99/00)
2.7 VERANÓPOLIS ESPORTE CLUBE(RS) – JAN/ MAR 2000 –
2.8 CRB - ALAGOAS(AL) - ABR/JUN 2000 -
2.9 GRÊMIO ESPORTIVO INHUMENSE S/A (GO) - JUL/SET 2000 -
2.10 CLUBE 15 DE NOVEMBRO(RS) – NOV2000 – FEV2001 –
2.11 ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA ANAPOLINA(GO) – JUN/SET2001 – CAMP. BRASILEIRO SÉRIE – B
2.12 GOIATUBA ESPORTE CLUBE (GO) - 2002 - 4º Camp. Goiano
2.13 IMPÉRIO TOLEDO-PONTA GROSSA(PR) TOLEDO-PR 2º SEM.2002- SÉRIE C
2.14 GRÊMIO ESPORTIVO INHUMENSE S/A(GO) – NOV/2002 À JAN/2003
2.15 GRÊMIO MARINGÁ S/C LTDA(PR) – FEV/2003 – AG0/2003
2.16 E.C. SÃO JOSÉ(POA)-RS – JAN/2004 – JUN/2004.
2.17 AL RAED SPORT CLUB – ARÁBIA SAUDITA – JULHO/2004 – MAIO/2005
- VICE CAMPEÃO DA COPA DO PRINCIPE FAISAL
- CAMPEONATO NACIONAL DA ARABIA SAUDITA
2.18 ASSOCIAÇÃO CHAPECOENSE DE FUTEBOL(SC) – 2006 – SEMI-FINALISTA DIVISÃO ESPECIAL
2.19 ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA ANAPOLINA(GO) – 2007 – CAMPEONATO ESTADUAL
2.20 GRÊMIO ESPORTIVO BAGÉ(RS) – 2007 – SEGUNDA DIVISÃO – CAMPEONATO ESTADUAL
2.21 AL TAI CLUB (KSA)2007/2008 – ARABIA SAUDITA
2.22 BRUSQUE FUTEBOL CLUBE(SC) – 2008/2010
- CAMPEÃO DA DIVISÃO ESPECIAL DE SANTA CATARINA 2008
- CAMPEÃO DA COPA SANTA CATARINA 2008
- CAMPEÃO DA RECOPA SUL BRASIL 2008
- ESTADUAL 2009 SC – 7º LUGAR
- SÉRIE D BRASILEIRO 2009 – PARTICPAÇÃO
- COPA SC 2009 – 4º LUGAR
- ESTADUAL 2010 SC - PARTICIPAÇÃO
2.23 ASSOCIAÇÃO CHAPECOENSE DE FUTEBOL(SC) - 2010
CLASSIFICAÇÃO NA PRIMEIRA FASE DA COPA DO BRASIL 2010
ESTADUAL 2010 SC - PARTICIPAÇÃO
2.24 ESPORTE CLUBE SÃO JOSÉ(RS)
CAMPEONATO BRASILEIRO DA SÉRIE D 2010 - PARTICIPAÇÃO
COPA RS 2010 - PARTICIPAÇÃO
2.25 CLUBE ESPORTIVO AIMORÉ(RS) 2011
2.26 GREMIO ESPORTIVO ANAPOLIS(GO) 2011
2.27 PAYSANDU SPORT CLUB(PA) SÉRIE C 2011
2.28 BRASILIENSE F.C. DF 2012
quinta-feira, 7 de julho de 2011
sexta-feira, 6 de maio de 2011
MÉTODO DE TRANSIÇÃO FUNCIONAL COM VALÊNCIAS MÚLTIPLAS
MÉTODO DE TRANSIÇÃO FUNCIONAL COM VALÊNCIAS MÚLTIPLAS
Por Janilson Quadros - Fisioterapeuta
Desenvolvido juntamente com o Preparador Físico Especialista em Performance do Treinamento, José Lummertz, o Método de Transição Funcional com Valências Múltiplas, que visa de maneira integrada aproximar a transferência do atleta do Departamento Médico para o Departamento de Preparação Física do clube. Definimos em conjunto manobras de treinamento e re-treinamento para que o atleta possa voltar gradualmente ao ritmo normal anterior à lesão, sem prejuízo de reincidência da mesma. Utilizamos exercícios que façam o atleta retomar seus movimentos e condicionar novamente em todas as valências necessárias para sua melhor performance.
Este método nada mais é do que a fase final da reabilitação e o início do condicionamento físico do atleta. Ë aplicado em atletas de futebol profissional quando estão se transferindo do Departamento Médico para os Trabalhos de Campo (condicionamento físico) e é supervisionado pelo fisioterapeuta e preparador físico.
Mas para explicar este método, primeiramente é preciso saber como funciona todo o processo de reabilitação do atleta, do primeiro minuto após a lesão até estar apto e pronto para o treinador. O desenho abaixo ilustra o processo de reabilitação.
Para relembrar, a reabilitação divide-se em três fases:
Fase 1 – Fase Clínica: Nesta fase o objetivo está na diminuição do processo inflamatório, reativação da ADM, reforço da musculatura e fase proprioceptiva.
Fase 2 – Fase de Movimentos Específicos: Nesta fase, o atleta já está em fase final de propriocepção. Portanto, inicia-se com movimentos específicos, ou seja, os gestos utilizados dentro do campo. Por exemplo, os zagueiros realizam movimentos como: antecipação, cabeceios, coberturas, etc. Assim, chega-se próximo de uma simulação do que o atleta realiza em campo. Mas ainda mantêm-se circuitos proprioceptivos e pliométricos para melhora da estabilidade.
Fase 3 – Fase de Transição: Esta fase é quando o atleta está deixando a fisioterapia e entrando na fase de condicionamento com o preparador físico. Nesta fase é muito importante possuir uma Comissão Técnica em sintonia. Nesta etapa há combinação das três fases: primeiro, o atleta realiza uma crioterapia ou US no DM. Após, realiza movimentos específicos; e, por último, treina o condicionamento aeróbico. O trabalho final de recuperação dos atletas, visando colocá-lo apto para o treinador, determina-se fundamentalmente após a utilização do Método de Transição Funcional com Valências Múltiplas, onde se finaliza o Trabalho da Fase de Transição do Departamento de Fisioterapia e iniciam-se as atividades de campo dentro da Preparação Física.
O Método de Transição Funcional com Valências Múltiplas é aplicado entre a Fase 3 e o Condicionamento Físico. Neste momento atuam fisioterapeuta e preparador físico juntos.
Ao mesmo tempo em que o atleta realiza exercícios com os movimentos específicos da sua posição tática elaborados pelo fisioterapeuta, intercala exercícios aeróbico/anaeróbico desenvolvidos pelo preparador físico, executando assim, um circuito funcional com valências múltiplas. Desta forma, acelera-se a devolução do atleta ao treinador em razão dos trabalhos com movimentos funcionais utilizados em campo somados ao trabalho de condicionamento físico.
Do ponto de vista da Preparação Física, a interação com o Departamento Médico é fundamental e o acompanhamento de todo processo de recuperação do atleta, desde o momento da lesão até as fases finais do tratamento são imprescindíveis em todos os aspectos: psicológico, de reabilitação e de recondicionamento.
Sempre há de se considerar as Valências Físicas do Atleta: Flexibilidade, Força, Força Estática. Força Explosiva, Resistência Muscular Local, Resistência Anaeróbia, Resistência Aeróbia, Velocidade de Movimentos, Velocidade de Reação e Agilidade.
Portanto, dentro de todo o processo de reabilitação de um atleta há sempre movimentos direcionados àqueles executados dentro do campo. Após a Transição Funcional com Valências Múltiplas, o atleta estará completamente liberado do Departamento Médico, podendo assim realizar a finalização do condicionamento físico e, posteriormente, a sua reintegração ao grupo.
Por Janilson Quadros - Fisioterapeuta
Desenvolvido juntamente com o Preparador Físico Especialista em Performance do Treinamento, José Lummertz, o Método de Transição Funcional com Valências Múltiplas, que visa de maneira integrada aproximar a transferência do atleta do Departamento Médico para o Departamento de Preparação Física do clube. Definimos em conjunto manobras de treinamento e re-treinamento para que o atleta possa voltar gradualmente ao ritmo normal anterior à lesão, sem prejuízo de reincidência da mesma. Utilizamos exercícios que façam o atleta retomar seus movimentos e condicionar novamente em todas as valências necessárias para sua melhor performance.
Este método nada mais é do que a fase final da reabilitação e o início do condicionamento físico do atleta. Ë aplicado em atletas de futebol profissional quando estão se transferindo do Departamento Médico para os Trabalhos de Campo (condicionamento físico) e é supervisionado pelo fisioterapeuta e preparador físico.
Mas para explicar este método, primeiramente é preciso saber como funciona todo o processo de reabilitação do atleta, do primeiro minuto após a lesão até estar apto e pronto para o treinador. O desenho abaixo ilustra o processo de reabilitação.
Para relembrar, a reabilitação divide-se em três fases:
Fase 1 – Fase Clínica: Nesta fase o objetivo está na diminuição do processo inflamatório, reativação da ADM, reforço da musculatura e fase proprioceptiva.
Fase 2 – Fase de Movimentos Específicos: Nesta fase, o atleta já está em fase final de propriocepção. Portanto, inicia-se com movimentos específicos, ou seja, os gestos utilizados dentro do campo. Por exemplo, os zagueiros realizam movimentos como: antecipação, cabeceios, coberturas, etc. Assim, chega-se próximo de uma simulação do que o atleta realiza em campo. Mas ainda mantêm-se circuitos proprioceptivos e pliométricos para melhora da estabilidade.
Fase 3 – Fase de Transição: Esta fase é quando o atleta está deixando a fisioterapia e entrando na fase de condicionamento com o preparador físico. Nesta fase é muito importante possuir uma Comissão Técnica em sintonia. Nesta etapa há combinação das três fases: primeiro, o atleta realiza uma crioterapia ou US no DM. Após, realiza movimentos específicos; e, por último, treina o condicionamento aeróbico. O trabalho final de recuperação dos atletas, visando colocá-lo apto para o treinador, determina-se fundamentalmente após a utilização do Método de Transição Funcional com Valências Múltiplas, onde se finaliza o Trabalho da Fase de Transição do Departamento de Fisioterapia e iniciam-se as atividades de campo dentro da Preparação Física.
O Método de Transição Funcional com Valências Múltiplas é aplicado entre a Fase 3 e o Condicionamento Físico. Neste momento atuam fisioterapeuta e preparador físico juntos.
Ao mesmo tempo em que o atleta realiza exercícios com os movimentos específicos da sua posição tática elaborados pelo fisioterapeuta, intercala exercícios aeróbico/anaeróbico desenvolvidos pelo preparador físico, executando assim, um circuito funcional com valências múltiplas. Desta forma, acelera-se a devolução do atleta ao treinador em razão dos trabalhos com movimentos funcionais utilizados em campo somados ao trabalho de condicionamento físico.
Do ponto de vista da Preparação Física, a interação com o Departamento Médico é fundamental e o acompanhamento de todo processo de recuperação do atleta, desde o momento da lesão até as fases finais do tratamento são imprescindíveis em todos os aspectos: psicológico, de reabilitação e de recondicionamento.
Sempre há de se considerar as Valências Físicas do Atleta: Flexibilidade, Força, Força Estática. Força Explosiva, Resistência Muscular Local, Resistência Anaeróbia, Resistência Aeróbia, Velocidade de Movimentos, Velocidade de Reação e Agilidade.
Portanto, dentro de todo o processo de reabilitação de um atleta há sempre movimentos direcionados àqueles executados dentro do campo. Após a Transição Funcional com Valências Múltiplas, o atleta estará completamente liberado do Departamento Médico, podendo assim realizar a finalização do condicionamento físico e, posteriormente, a sua reintegração ao grupo.
quarta-feira, 27 de abril de 2011
C.E. AIMORÉ - AVALIAÇÃO PARA ATLETAS NASCIDOS ATÉ 1988 - SUB 23
VENHA PARTICIPAR DAS AVALIAÇÕES
27/04/2011 - 13h29min
AVALIAÇÕES DE JOGADORES NASCIDOS ATÉ 1988(SUB 23)
INSCRIÇÕES NA SECRETARIA DO CLUBE PELO FONE 3592-2202.
INÍCIO DAS AVALIAÇÕES: TERÇA-FEIRA DIA 03/03/2011 ÁS 14:00 HS NO ESTÁDIO CRISTO REI.
OS INSCRITOS DEVERÃO LEVAR MATERIAL DE JOGO (TÊNIS E CHUTEIRAS) E APRESENTAR ATESTADO MÉDICO LIBERANDO PARA ATIVIDADE FÍSICA(ATUAL).
AS AVALIAÇÕES SERÃO TÉCNICAS, FÍSICAS, CLINICAS E TÁTICAS E ESTARÃO A CARGO DOS PROFESSORES MARCELO RUDOLPH, JOSÉ LUMMERTZ E DO GERENTE DE FUTEBOL RENAN MOBARACK.
AS AVALIAÇÕES ACONTECERÃO PARA FORMAR O GRUPO SUB 23 DO C.E. AIMORÉ, VISANDO A FORMAÇÃO DO ELENCO QUE IRÁ DISPUTAR A COPA RS NO ANO DE 2011.
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Renan Mobarack
Gerente de Futebol
27/04/2011 - 13h29min
AVALIAÇÕES DE JOGADORES NASCIDOS ATÉ 1988(SUB 23)
INSCRIÇÕES NA SECRETARIA DO CLUBE PELO FONE 3592-2202.
INÍCIO DAS AVALIAÇÕES: TERÇA-FEIRA DIA 03/03/2011 ÁS 14:00 HS NO ESTÁDIO CRISTO REI.
OS INSCRITOS DEVERÃO LEVAR MATERIAL DE JOGO (TÊNIS E CHUTEIRAS) E APRESENTAR ATESTADO MÉDICO LIBERANDO PARA ATIVIDADE FÍSICA(ATUAL).
AS AVALIAÇÕES SERÃO TÉCNICAS, FÍSICAS, CLINICAS E TÁTICAS E ESTARÃO A CARGO DOS PROFESSORES MARCELO RUDOLPH, JOSÉ LUMMERTZ E DO GERENTE DE FUTEBOL RENAN MOBARACK.
AS AVALIAÇÕES ACONTECERÃO PARA FORMAR O GRUPO SUB 23 DO C.E. AIMORÉ, VISANDO A FORMAÇÃO DO ELENCO QUE IRÁ DISPUTAR A COPA RS NO ANO DE 2011.
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Renan Mobarack
Gerente de Futebol
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Utilização da crioterapia no futebol: mitos e verdades
Utilização da crioterapia no futebol: mitos e verdades
Não há consenso na literatura quanto à aplicação da imersão em água gelada (IAG); dados também são reduzidos à categoria juvenil do gênero masculino
César Cavinato Cal Abad*
Para melhora da estrutura e da função musculares são necessários microtraumas que sinalizem processos regenerativos. Exercícios novos em que o atleta não está acostumado a executar, que sejam de alta intensidade e com ação muscular excêntrica, são os maiores causadores de microtraumas que podem gerar desconfortos entre 12 e 72 horas.
Entre os mecanismos de sinalização encontram-se a liberação de processos inflamatórios, mudança de distribuição de fluxo intra e extracelulares, edema, rigidez muscular, diminuição da amplitude articular e dor muscular tardia. Quanto mais perdurarem esses sinais e sintomas, mais prejudicado estará o desempenho do atleta e, por este motivo, a combinação adequada entre os treinamentos de alta intensidade, jogos e período de recuperação é fundamental para o sucesso competitivo (Goodall e Howatson, 2008).
Das técnicas utilizadas para acelerar o processo de recuperação muscular encontram-se dieta rica em carboidrato, recuperação ativa, eletro estimulação, massagem, aplicação de contraste, crioterapia, entre outras (Barnett, 2006).
A crioterapia consiste em retirar a temperatura corporal para minimizar os efeitos negativos dos microtraumas e aumentar o bem-estar dos atletas e tem se popularizado no futebol pela aplicação de imersão em água gelada (IAG).
Apesar de hipoteticamente reduzir fatores inflamatórios e minimizar desconfortos musculares e articulares, os resultados mostrados na literatura com aplicação de IAG são contraditórios.
Em um trabalho de revisão sistemática muito interessante, Bleakley e Davison (2010) apresentaram resultados de estudos que utilizaram diferentes sujeitos e várias modalidades esportivas. Os autores destacam que embora a IAG possa causar alterações hemodinâmicas, respiratórias, metabólicas, antioxidantes e endócrinas, não incluíram no estudo nenhum dado relacionado ao futebol.
O primeiro estudo a investigar os efeitos da IAG em jogadores de futebol parece ter sido feito em 1996 por Cross, Wilson e Perrin. Os autores avaliaram o desempenho de atletas da 3ª divisão na corrida de ida e volta; no salto unilateral em 6m de distância e no salto vertical unilateral com e sem IAG (20min a 13°C). Os resultados indicaram redução no salto vertical e no teste de ida e volta não havendo diferença significativa no salto de 6m. Apesar da pouca especificidade das tarefas relacionadas ao futebol, os resultados são curiosos já que ao contrário do que se imaginava, a IAG ao invés de causar alguma melhora, manteve ou piorou o desempenho.
Com o intuito de verificar se a IAG surtia algum efeito, Rowsell et. al., (2009) analisaram o desempenho de atletas juniores após cada partida de futebol num total de quatro ocasiões. Os autores formaram dois grupos em que um fez IAG (n=6; 5 ciclos de 60s de imersão a 10ºC e 60s a 24ºC - temperatura ambiente) e outro fez imersão em água com temperatura ambiente (n=7; e 5 ciclos de 60s de imersão a 34ºC e 60s a 24ºC - temperatura ambiente). Após avaliarem testes físicos (salto contra-movimento, 12 tiros de 20m com 20s de descanso entre cada um deles), percepção subjetiva de esforço durante uma corrida submáxima (12 km/h), fatores inflamatórios (Creatina cinase, mioglobina, interleucinas 1b, 6 e 10) e bioquímicos (lactato desidrogenase), não encontraram diferença significativa entre os grupos em nenhuma das variáveis avaliadas.
Com o objetivo de comparar três diferentes estratégias de recuperação, Kinugasa e Kilding, (2009) aplicaram IAG + banho quente (12ºC e 38ºC, respectivamente); IAG + recuperação ativa (12ºC e bicicleta ergométrica); e alongamento de rotina pós treino em 28 jovens futebolistas (14,3+0,7 anos). Após três jogos de futebol executados com 24 horas de intervalo entre cada um, os pesquisadores avaliaram salto vertical, frequência cardíaca, temperatura do tímpano, e a percepção na qualidade da recuperação muscular 10 minutos depois de cada jogo, após cada tipo de intervenção e depois de 24 horas. Os resultados demonstraram diferença somente na percepção da qualidade de recuperação após a intervenção do protocolo, porém normalizada após 24 horas.
Ascenção et. al. (2010) compararam o efeito da IAG (10min a 10°C) e da imersão termoneutra (10min a 35°C) em 20 futebolistas juniores. Creatina cinase, mioglobina, proteína C-reativa, salto (vertical e contramovimento), velocidade (tiro de 20m), força isométrica de quadríceps (isocinético) e percepção de dor muscular tardia (quadríceps, panturrilha, adutor e isquitibiais) foram analisados antes, 30min, 24h e 48h após o jogo. Em relação ao período de tempo, ambos os grupos aumentaram creatina cinase (30min, 24h e 48h), mioglobina (30min), proteína C-reativa (30min e 24h) e dor muscular tardia. Houve redução da altura do salto e da força máxima de quadríceps. O tiro de 20m não apresentou diferença entre os períodos.
Comparando os grupos, houve diferença significativa na creatina cinase (30min, 24h e 48h), mioglobina (30min), proteína C-reativa (30min, 24h e 48h), força do quadríceps (24h) e dor muscular tardia no quadríceps (24h), panturrilha (24 h) e adutor (30min). Esses resultados indicam que embora a IAG não melhore variáveis específicas do futebol (tiro e salto), ela parece reduzir a sensação de dor muscular tardia e pode aliviar o desconforto dos atletas.
Mais recentemente, Rowsell et. al., (2011) compararam o efeito da crioterapia (5x1min a 10ºC) e da hidroterapia (5x1min a 34ºC) nas velocidades de deslocamento e na percepção subjetiva de esforço pós-jogo em 22 juniores em quatro partidas de futebol realizadas com 24h de intervalo. Embora ambos os grupos tenham reduzido a distância percorrida em alta intensidade (>15km/h), a distância total e o tempo de manutenção da frequência cardíaca na zona acima 90% da máxima entre o primeiro e último jogo, não houve diferença entre o grupo que fez crioterapia do que fez hidroterapia. Apesar disso, o grupo que realizou IAG amenizou a sensação de dor nas pernas, a sensação de cansaço geral, manteve-se maior tempo na zona de FC moderada e amenizou a queda da distância total percorrida, mostrando efeito positivo da IAG versus a hidroterapia.
Esse é um aspecto interessante, já que derruba a hipótese de alguns autores que acreditavam que parte dos benefícios da IAG se dava exclusivamente em função da pressão hidrostática e não por causa da temperatura da água.
Um único trabalho que utilizou atletas profissionais como amostra foi realizado na Polônia por Korzonek-Szlacheta et. al., 2007. Após 10 sessões de crioterapia, os autores avaliaram as concentrações séricas de hormônios de 22 atletas (estradiol, testosterona, sulfato de dehidroepiandrosterona (DHEA) e do hormônio luteinizante) mostrando redução significativa da testoterona e do astradiol. Tais alterações foram atribuídas pela alteração da circulação sanguínea, porém, por não medir desempenho, o estudo não permite nenhuma extrapolação prática.
Pelo apresentado, verifica-se que não existe consenso na literatura quanto à aplicação da IAG. Além disso, os dados são reduzidos à categoria juvenil do gênero masculino. Parte da controvérsia encontrada entre os diferentes estudos pode ser explicada pelas diversas metodologias aplicadas, já que variações do método de IAG, diferença nas características dos sujeitos, no nível de condicionamento, no período de treinamento, nas variáveis selecionadas e no tempo pós-esforço para coletada de dados limitam comparações.
Conclui-se que ainda não existem razões científicas suficientes que justifiquem a utilização da IAG e sua efetividade poderá ser testada quando a ciência responder as seguintes perguntas:
01 – Qual a temperatura ideal da água para realização da IAG?
02 – Qual o tempo ideal de permanência?
03 - A imersão deve ser contínua ou intercalada co outra estratégia?
04 – Quais as interferências da maturação e do gênero nas respostas da IAG?
Enquanto isso não ocorrer, caberá a cada clube, comissão técnica e atleta decidir se o custo-benefício dessa prática valerá ou não a pena.
Bibliografia
Ascensão A, Leite M, Rebelo AN, Magalhäes S, Magalhäes J. Effects of cold water immersion on the recovery of physical performance and muscle damage following a one-off soccer match. J Sports Sci. 2011 Feb;29(3):217-25.
Barnett A. Using recovery modalities between training sessions in elite athletes: does it help? Sports Med. 2006;36(9):781-96.
Bleakley CM, Davison GW. What is the biochemical and physiological rationale for using cold-water immersion in sports recovery? A systematic review. Br J Sports Med. 2010 Feb;44(3):179-87. Epub 2009 Nov 27.
Cross KM, Wilson RW, Perrin DH. Functional performance following an ice immersion to the lower extremity. J Athl Train. 1996 Apr;31(2):113-6.
Goodall S, Howatson G. The Effects of Multiple Cold Water Immersions on Indices of Muscle Damage. J Sports Sci and Med (2008) 7, 235 – 241.
Kinugasa T, Kilding AE. A comparison of post-match recovery strategies in youth soccer players. J Strength Cond Res. 2009 Aug;23(5):1402-7.
Korzonek-Szlacheta I, Wielkoszynski T, Stanek A, Swietochowska E, Karpe J, Sieron A. Effect of whole body cryotherapy on the levels of some hormones in professional soccer players. Endokrynol Pol. 2007 Jan-Feb;58(1):27-32.
Rowsell GJ, Coutts AJ, Reaburn P, Hill-Haas S. Effect of post-match cold-water immersion on subsequent match running performance in junior soccer players during tournament play. J Sports Sci. 2011 Jan;29(1):1-6.
Rowsell GJ, Coutts AJ, Reaburn P, Hill-Haas S. Effects of cold-water immersion on physical performance between successive matches in high-performance junior male soccer players. J Sports Sci. 2009 Apr;27(6):565-73.
*Coordenador do Grupo de Estudo de Fisiologia do Exercício e Treinamento Aplicados ao Futebol – GEFETAF/UNIBAN; Tem interesse em discutir e aprofundar os assuntos relacionados a Avaliação, Prescrição de Exercício e Treinamento Físico no Futebol.
Contato: cavinato@usp.br
Não há consenso na literatura quanto à aplicação da imersão em água gelada (IAG); dados também são reduzidos à categoria juvenil do gênero masculino
César Cavinato Cal Abad*
Para melhora da estrutura e da função musculares são necessários microtraumas que sinalizem processos regenerativos. Exercícios novos em que o atleta não está acostumado a executar, que sejam de alta intensidade e com ação muscular excêntrica, são os maiores causadores de microtraumas que podem gerar desconfortos entre 12 e 72 horas.
Entre os mecanismos de sinalização encontram-se a liberação de processos inflamatórios, mudança de distribuição de fluxo intra e extracelulares, edema, rigidez muscular, diminuição da amplitude articular e dor muscular tardia. Quanto mais perdurarem esses sinais e sintomas, mais prejudicado estará o desempenho do atleta e, por este motivo, a combinação adequada entre os treinamentos de alta intensidade, jogos e período de recuperação é fundamental para o sucesso competitivo (Goodall e Howatson, 2008).
Das técnicas utilizadas para acelerar o processo de recuperação muscular encontram-se dieta rica em carboidrato, recuperação ativa, eletro estimulação, massagem, aplicação de contraste, crioterapia, entre outras (Barnett, 2006).
A crioterapia consiste em retirar a temperatura corporal para minimizar os efeitos negativos dos microtraumas e aumentar o bem-estar dos atletas e tem se popularizado no futebol pela aplicação de imersão em água gelada (IAG).
Apesar de hipoteticamente reduzir fatores inflamatórios e minimizar desconfortos musculares e articulares, os resultados mostrados na literatura com aplicação de IAG são contraditórios.
Em um trabalho de revisão sistemática muito interessante, Bleakley e Davison (2010) apresentaram resultados de estudos que utilizaram diferentes sujeitos e várias modalidades esportivas. Os autores destacam que embora a IAG possa causar alterações hemodinâmicas, respiratórias, metabólicas, antioxidantes e endócrinas, não incluíram no estudo nenhum dado relacionado ao futebol.
O primeiro estudo a investigar os efeitos da IAG em jogadores de futebol parece ter sido feito em 1996 por Cross, Wilson e Perrin. Os autores avaliaram o desempenho de atletas da 3ª divisão na corrida de ida e volta; no salto unilateral em 6m de distância e no salto vertical unilateral com e sem IAG (20min a 13°C). Os resultados indicaram redução no salto vertical e no teste de ida e volta não havendo diferença significativa no salto de 6m. Apesar da pouca especificidade das tarefas relacionadas ao futebol, os resultados são curiosos já que ao contrário do que se imaginava, a IAG ao invés de causar alguma melhora, manteve ou piorou o desempenho.
Com o intuito de verificar se a IAG surtia algum efeito, Rowsell et. al., (2009) analisaram o desempenho de atletas juniores após cada partida de futebol num total de quatro ocasiões. Os autores formaram dois grupos em que um fez IAG (n=6; 5 ciclos de 60s de imersão a 10ºC e 60s a 24ºC - temperatura ambiente) e outro fez imersão em água com temperatura ambiente (n=7; e 5 ciclos de 60s de imersão a 34ºC e 60s a 24ºC - temperatura ambiente). Após avaliarem testes físicos (salto contra-movimento, 12 tiros de 20m com 20s de descanso entre cada um deles), percepção subjetiva de esforço durante uma corrida submáxima (12 km/h), fatores inflamatórios (Creatina cinase, mioglobina, interleucinas 1b, 6 e 10) e bioquímicos (lactato desidrogenase), não encontraram diferença significativa entre os grupos em nenhuma das variáveis avaliadas.
Com o objetivo de comparar três diferentes estratégias de recuperação, Kinugasa e Kilding, (2009) aplicaram IAG + banho quente (12ºC e 38ºC, respectivamente); IAG + recuperação ativa (12ºC e bicicleta ergométrica); e alongamento de rotina pós treino em 28 jovens futebolistas (14,3+0,7 anos). Após três jogos de futebol executados com 24 horas de intervalo entre cada um, os pesquisadores avaliaram salto vertical, frequência cardíaca, temperatura do tímpano, e a percepção na qualidade da recuperação muscular 10 minutos depois de cada jogo, após cada tipo de intervenção e depois de 24 horas. Os resultados demonstraram diferença somente na percepção da qualidade de recuperação após a intervenção do protocolo, porém normalizada após 24 horas.
Ascenção et. al. (2010) compararam o efeito da IAG (10min a 10°C) e da imersão termoneutra (10min a 35°C) em 20 futebolistas juniores. Creatina cinase, mioglobina, proteína C-reativa, salto (vertical e contramovimento), velocidade (tiro de 20m), força isométrica de quadríceps (isocinético) e percepção de dor muscular tardia (quadríceps, panturrilha, adutor e isquitibiais) foram analisados antes, 30min, 24h e 48h após o jogo. Em relação ao período de tempo, ambos os grupos aumentaram creatina cinase (30min, 24h e 48h), mioglobina (30min), proteína C-reativa (30min e 24h) e dor muscular tardia. Houve redução da altura do salto e da força máxima de quadríceps. O tiro de 20m não apresentou diferença entre os períodos.
Comparando os grupos, houve diferença significativa na creatina cinase (30min, 24h e 48h), mioglobina (30min), proteína C-reativa (30min, 24h e 48h), força do quadríceps (24h) e dor muscular tardia no quadríceps (24h), panturrilha (24 h) e adutor (30min). Esses resultados indicam que embora a IAG não melhore variáveis específicas do futebol (tiro e salto), ela parece reduzir a sensação de dor muscular tardia e pode aliviar o desconforto dos atletas.
Mais recentemente, Rowsell et. al., (2011) compararam o efeito da crioterapia (5x1min a 10ºC) e da hidroterapia (5x1min a 34ºC) nas velocidades de deslocamento e na percepção subjetiva de esforço pós-jogo em 22 juniores em quatro partidas de futebol realizadas com 24h de intervalo. Embora ambos os grupos tenham reduzido a distância percorrida em alta intensidade (>15km/h), a distância total e o tempo de manutenção da frequência cardíaca na zona acima 90% da máxima entre o primeiro e último jogo, não houve diferença entre o grupo que fez crioterapia do que fez hidroterapia. Apesar disso, o grupo que realizou IAG amenizou a sensação de dor nas pernas, a sensação de cansaço geral, manteve-se maior tempo na zona de FC moderada e amenizou a queda da distância total percorrida, mostrando efeito positivo da IAG versus a hidroterapia.
Esse é um aspecto interessante, já que derruba a hipótese de alguns autores que acreditavam que parte dos benefícios da IAG se dava exclusivamente em função da pressão hidrostática e não por causa da temperatura da água.
Um único trabalho que utilizou atletas profissionais como amostra foi realizado na Polônia por Korzonek-Szlacheta et. al., 2007. Após 10 sessões de crioterapia, os autores avaliaram as concentrações séricas de hormônios de 22 atletas (estradiol, testosterona, sulfato de dehidroepiandrosterona (DHEA) e do hormônio luteinizante) mostrando redução significativa da testoterona e do astradiol. Tais alterações foram atribuídas pela alteração da circulação sanguínea, porém, por não medir desempenho, o estudo não permite nenhuma extrapolação prática.
Pelo apresentado, verifica-se que não existe consenso na literatura quanto à aplicação da IAG. Além disso, os dados são reduzidos à categoria juvenil do gênero masculino. Parte da controvérsia encontrada entre os diferentes estudos pode ser explicada pelas diversas metodologias aplicadas, já que variações do método de IAG, diferença nas características dos sujeitos, no nível de condicionamento, no período de treinamento, nas variáveis selecionadas e no tempo pós-esforço para coletada de dados limitam comparações.
Conclui-se que ainda não existem razões científicas suficientes que justifiquem a utilização da IAG e sua efetividade poderá ser testada quando a ciência responder as seguintes perguntas:
01 – Qual a temperatura ideal da água para realização da IAG?
02 – Qual o tempo ideal de permanência?
03 - A imersão deve ser contínua ou intercalada co outra estratégia?
04 – Quais as interferências da maturação e do gênero nas respostas da IAG?
Enquanto isso não ocorrer, caberá a cada clube, comissão técnica e atleta decidir se o custo-benefício dessa prática valerá ou não a pena.
Bibliografia
Ascensão A, Leite M, Rebelo AN, Magalhäes S, Magalhäes J. Effects of cold water immersion on the recovery of physical performance and muscle damage following a one-off soccer match. J Sports Sci. 2011 Feb;29(3):217-25.
Barnett A. Using recovery modalities between training sessions in elite athletes: does it help? Sports Med. 2006;36(9):781-96.
Bleakley CM, Davison GW. What is the biochemical and physiological rationale for using cold-water immersion in sports recovery? A systematic review. Br J Sports Med. 2010 Feb;44(3):179-87. Epub 2009 Nov 27.
Cross KM, Wilson RW, Perrin DH. Functional performance following an ice immersion to the lower extremity. J Athl Train. 1996 Apr;31(2):113-6.
Goodall S, Howatson G. The Effects of Multiple Cold Water Immersions on Indices of Muscle Damage. J Sports Sci and Med (2008) 7, 235 – 241.
Kinugasa T, Kilding AE. A comparison of post-match recovery strategies in youth soccer players. J Strength Cond Res. 2009 Aug;23(5):1402-7.
Korzonek-Szlacheta I, Wielkoszynski T, Stanek A, Swietochowska E, Karpe J, Sieron A. Effect of whole body cryotherapy on the levels of some hormones in professional soccer players. Endokrynol Pol. 2007 Jan-Feb;58(1):27-32.
Rowsell GJ, Coutts AJ, Reaburn P, Hill-Haas S. Effect of post-match cold-water immersion on subsequent match running performance in junior soccer players during tournament play. J Sports Sci. 2011 Jan;29(1):1-6.
Rowsell GJ, Coutts AJ, Reaburn P, Hill-Haas S. Effects of cold-water immersion on physical performance between successive matches in high-performance junior male soccer players. J Sports Sci. 2009 Apr;27(6):565-73.
*Coordenador do Grupo de Estudo de Fisiologia do Exercício e Treinamento Aplicados ao Futebol – GEFETAF/UNIBAN; Tem interesse em discutir e aprofundar os assuntos relacionados a Avaliação, Prescrição de Exercício e Treinamento Físico no Futebol.
Contato: cavinato@usp.br
domingo, 3 de abril de 2011
Clube Esportivo Aimoré
Aimoré vence o líder e volta aos classificados
03/04/2011 - 22h48min
www.ceaimore.com.br
http://www.ceaimore.com.br/noticias/visualizar.asp?Codigo=55840
03/04/2011 - 22h48min
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