quarta-feira, 27 de abril de 2011

C.E. AIMORÉ - AVALIAÇÃO PARA ATLETAS NASCIDOS ATÉ 1988 - SUB 23

VENHA PARTICIPAR DAS AVALIAÇÕES
27/04/2011 - 13h29min

AVALIAÇÕES DE JOGADORES NASCIDOS ATÉ 1988(SUB 23)

INSCRIÇÕES NA SECRETARIA DO CLUBE PELO FONE 3592-2202.

INÍCIO DAS AVALIAÇÕES: TERÇA-FEIRA DIA 03/03/2011 ÁS 14:00 HS NO ESTÁDIO CRISTO REI.

OS INSCRITOS DEVERÃO LEVAR MATERIAL DE JOGO (TÊNIS E CHUTEIRAS) E APRESENTAR ATESTADO MÉDICO LIBERANDO PARA ATIVIDADE FÍSICA(ATUAL).

AS AVALIAÇÕES SERÃO TÉCNICAS, FÍSICAS, CLINICAS E TÁTICAS E ESTARÃO A CARGO DOS PROFESSORES MARCELO RUDOLPH, JOSÉ LUMMERTZ E DO GERENTE DE FUTEBOL RENAN MOBARACK.

AS AVALIAÇÕES ACONTECERÃO PARA FORMAR O GRUPO SUB 23 DO C.E. AIMORÉ, VISANDO A FORMAÇÃO DO ELENCO QUE IRÁ DISPUTAR A COPA RS NO ANO DE 2011.


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Renan Mobarack
Gerente de Futebol

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Utilização da crioterapia no futebol: mitos e verdades

Utilização da crioterapia no futebol: mitos e verdades
Não há consenso na literatura quanto à aplicação da imersão em água gelada (IAG); dados também são reduzidos à categoria juvenil do gênero masculino
César Cavinato Cal Abad*
Para melhora da estrutura e da função musculares são necessários microtraumas que sinalizem processos regenerativos. Exercícios novos em que o atleta não está acostumado a executar, que sejam de alta intensidade e com ação muscular excêntrica, são os maiores causadores de microtraumas que podem gerar desconfortos entre 12 e 72 horas.

Entre os mecanismos de sinalização encontram-se a liberação de processos inflamatórios, mudança de distribuição de fluxo intra e extracelulares, edema, rigidez muscular, diminuição da amplitude articular e dor muscular tardia. Quanto mais perdurarem esses sinais e sintomas, mais prejudicado estará o desempenho do atleta e, por este motivo, a combinação adequada entre os treinamentos de alta intensidade, jogos e período de recuperação é fundamental para o sucesso competitivo (Goodall e Howatson, 2008).

Das técnicas utilizadas para acelerar o processo de recuperação muscular encontram-se dieta rica em carboidrato, recuperação ativa, eletro estimulação, massagem, aplicação de contraste, crioterapia, entre outras (Barnett, 2006).

A crioterapia consiste em retirar a temperatura corporal para minimizar os efeitos negativos dos microtraumas e aumentar o bem-estar dos atletas e tem se popularizado no futebol pela aplicação de imersão em água gelada (IAG).

Apesar de hipoteticamente reduzir fatores inflamatórios e minimizar desconfortos musculares e articulares, os resultados mostrados na literatura com aplicação de IAG são contraditórios.

Em um trabalho de revisão sistemática muito interessante, Bleakley e Davison (2010) apresentaram resultados de estudos que utilizaram diferentes sujeitos e várias modalidades esportivas. Os autores destacam que embora a IAG possa causar alterações hemodinâmicas, respiratórias, metabólicas, antioxidantes e endócrinas, não incluíram no estudo nenhum dado relacionado ao futebol.

O primeiro estudo a investigar os efeitos da IAG em jogadores de futebol parece ter sido feito em 1996 por Cross, Wilson e Perrin. Os autores avaliaram o desempenho de atletas da 3ª divisão na corrida de ida e volta; no salto unilateral em 6m de distância e no salto vertical unilateral com e sem IAG (20min a 13°C). Os resultados indicaram redução no salto vertical e no teste de ida e volta não havendo diferença significativa no salto de 6m. Apesar da pouca especificidade das tarefas relacionadas ao futebol, os resultados são curiosos já que ao contrário do que se imaginava, a IAG ao invés de causar alguma melhora, manteve ou piorou o desempenho.

Com o intuito de verificar se a IAG surtia algum efeito, Rowsell et. al., (2009) analisaram o desempenho de atletas juniores após cada partida de futebol num total de quatro ocasiões. Os autores formaram dois grupos em que um fez IAG (n=6; 5 ciclos de 60s de imersão a 10ºC e 60s a 24ºC - temperatura ambiente) e outro fez imersão em água com temperatura ambiente (n=7; e 5 ciclos de 60s de imersão a 34ºC e 60s a 24ºC - temperatura ambiente). Após avaliarem testes físicos (salto contra-movimento, 12 tiros de 20m com 20s de descanso entre cada um deles), percepção subjetiva de esforço durante uma corrida submáxima (12 km/h), fatores inflamatórios (Creatina cinase, mioglobina, interleucinas 1b, 6 e 10) e bioquímicos (lactato desidrogenase), não encontraram diferença significativa entre os grupos em nenhuma das variáveis avaliadas.

Com o objetivo de comparar três diferentes estratégias de recuperação, Kinugasa e Kilding, (2009) aplicaram IAG + banho quente (12ºC e 38ºC, respectivamente); IAG + recuperação ativa (12ºC e bicicleta ergométrica); e alongamento de rotina pós treino em 28 jovens futebolistas (14,3+0,7 anos). Após três jogos de futebol executados com 24 horas de intervalo entre cada um, os pesquisadores avaliaram salto vertical, frequência cardíaca, temperatura do tímpano, e a percepção na qualidade da recuperação muscular 10 minutos depois de cada jogo, após cada tipo de intervenção e depois de 24 horas. Os resultados demonstraram diferença somente na percepção da qualidade de recuperação após a intervenção do protocolo, porém normalizada após 24 horas.

Ascenção et. al. (2010) compararam o efeito da IAG (10min a 10°C) e da imersão termoneutra (10min a 35°C) em 20 futebolistas juniores. Creatina cinase, mioglobina, proteína C-reativa, salto (vertical e contramovimento), velocidade (tiro de 20m), força isométrica de quadríceps (isocinético) e percepção de dor muscular tardia (quadríceps, panturrilha, adutor e isquitibiais) foram analisados antes, 30min, 24h e 48h após o jogo. Em relação ao período de tempo, ambos os grupos aumentaram creatina cinase (30min, 24h e 48h), mioglobina (30min), proteína C-reativa (30min e 24h) e dor muscular tardia. Houve redução da altura do salto e da força máxima de quadríceps. O tiro de 20m não apresentou diferença entre os períodos.

Comparando os grupos, houve diferença significativa na creatina cinase (30min, 24h e 48h), mioglobina (30min), proteína C-reativa (30min, 24h e 48h), força do quadríceps (24h) e dor muscular tardia no quadríceps (24h), panturrilha (24 h) e adutor (30min). Esses resultados indicam que embora a IAG não melhore variáveis específicas do futebol (tiro e salto), ela parece reduzir a sensação de dor muscular tardia e pode aliviar o desconforto dos atletas.

Mais recentemente, Rowsell et. al., (2011) compararam o efeito da crioterapia (5x1min a 10ºC) e da hidroterapia (5x1min a 34ºC) nas velocidades de deslocamento e na percepção subjetiva de esforço pós-jogo em 22 juniores em quatro partidas de futebol realizadas com 24h de intervalo. Embora ambos os grupos tenham reduzido a distância percorrida em alta intensidade (>15km/h), a distância total e o tempo de manutenção da frequência cardíaca na zona acima 90% da máxima entre o primeiro e último jogo, não houve diferença entre o grupo que fez crioterapia do que fez hidroterapia. Apesar disso, o grupo que realizou IAG amenizou a sensação de dor nas pernas, a sensação de cansaço geral, manteve-se maior tempo na zona de FC moderada e amenizou a queda da distância total percorrida, mostrando efeito positivo da IAG versus a hidroterapia.

Esse é um aspecto interessante, já que derruba a hipótese de alguns autores que acreditavam que parte dos benefícios da IAG se dava exclusivamente em função da pressão hidrostática e não por causa da temperatura da água.

Um único trabalho que utilizou atletas profissionais como amostra foi realizado na Polônia por Korzonek-Szlacheta et. al., 2007. Após 10 sessões de crioterapia, os autores avaliaram as concentrações séricas de hormônios de 22 atletas (estradiol, testosterona, sulfato de dehidroepiandrosterona (DHEA) e do hormônio luteinizante) mostrando redução significativa da testoterona e do astradiol. Tais alterações foram atribuídas pela alteração da circulação sanguínea, porém, por não medir desempenho, o estudo não permite nenhuma extrapolação prática.

Pelo apresentado, verifica-se que não existe consenso na literatura quanto à aplicação da IAG. Além disso, os dados são reduzidos à categoria juvenil do gênero masculino. Parte da controvérsia encontrada entre os diferentes estudos pode ser explicada pelas diversas metodologias aplicadas, já que variações do método de IAG, diferença nas características dos sujeitos, no nível de condicionamento, no período de treinamento, nas variáveis selecionadas e no tempo pós-esforço para coletada de dados limitam comparações.

Conclui-se que ainda não existem razões científicas suficientes que justifiquem a utilização da IAG e sua efetividade poderá ser testada quando a ciência responder as seguintes perguntas:

01 – Qual a temperatura ideal da água para realização da IAG?
02 – Qual o tempo ideal de permanência?
03 - A imersão deve ser contínua ou intercalada co outra estratégia?
04 – Quais as interferências da maturação e do gênero nas respostas da IAG?

Enquanto isso não ocorrer, caberá a cada clube, comissão técnica e atleta decidir se o custo-benefício dessa prática valerá ou não a pena.

Bibliografia

Ascensão A, Leite M, Rebelo AN, Magalhäes S, Magalhäes J. Effects of cold water immersion on the recovery of physical performance and muscle damage following a one-off soccer match. J Sports Sci. 2011 Feb;29(3):217-25.

Barnett A. Using recovery modalities between training sessions in elite athletes: does it help? Sports Med. 2006;36(9):781-96.

Bleakley CM, Davison GW. What is the biochemical and physiological rationale for using cold-water immersion in sports recovery? A systematic review. Br J Sports Med. 2010 Feb;44(3):179-87. Epub 2009 Nov 27.

Cross KM, Wilson RW, Perrin DH. Functional performance following an ice immersion to the lower extremity. J Athl Train. 1996 Apr;31(2):113-6.

Goodall S, Howatson G. The Effects of Multiple Cold Water Immersions on Indices of Muscle Damage. J Sports Sci and Med (2008) 7, 235 – 241.

Kinugasa T, Kilding AE. A comparison of post-match recovery strategies in youth soccer players. J Strength Cond Res. 2009 Aug;23(5):1402-7.

Korzonek-Szlacheta I, Wielkoszynski T, Stanek A, Swietochowska E, Karpe J, Sieron A. Effect of whole body cryotherapy on the levels of some hormones in professional soccer players. Endokrynol Pol. 2007 Jan-Feb;58(1):27-32.

Rowsell GJ, Coutts AJ, Reaburn P, Hill-Haas S. Effect of post-match cold-water immersion on subsequent match running performance in junior soccer players during tournament play. J Sports Sci. 2011 Jan;29(1):1-6.

Rowsell GJ, Coutts AJ, Reaburn P, Hill-Haas S. Effects of cold-water immersion on physical performance between successive matches in high-performance junior male soccer players. J Sports Sci. 2009 Apr;27(6):565-73.

*Coordenador do Grupo de Estudo de Fisiologia do Exercício e Treinamento Aplicados ao Futebol – GEFETAF/UNIBAN; Tem interesse em discutir e aprofundar os assuntos relacionados a Avaliação, Prescrição de Exercício e Treinamento Físico no Futebol.

Contato: cavinato@usp.br

domingo, 3 de abril de 2011

Clube Esportivo Aimoré

Aimoré vence o líder e volta aos classificados
03/04/2011 - 22h48min


www.ceaimore.com.br

http://www.ceaimore.com.br/noticias/visualizar.asp?Codigo=55840

terça-feira, 8 de março de 2011

FIFA VAI AO CORAÇÃO DOS PROBLEMAS CARDÍACOS

FIFA vai ao coração dos problemas cardíacos(FIFA.com)

Dirigentes e equipes médicas de mais de 170 países se reuniram em Zurique, nos dias 17 e 18 de outubro, e participaram da primeira Conferência Médica da FIFA. Diversos assuntos investigados pelo Comitê Médico da FIFA e pelo Centro de Avaliação e Pesquisa Médica da entidade (F-MARC) nos últimos 15 anos foram discutidos no encontro, entre eles a prática do futebol em altitude elevada, a observância do Ramadã, a luta contra o doping e, como o FIFA.com destaca, a iniciativa da entidade máxima do esporte para prevenir a "morte súbita cardíaca" (SCD na sigla em inglês).

Às vezes, até mesmo a pior das tragédias pode servir como catalisador do progresso. A morte chocante de Marc-Vivien Foe durante uma partida da Copa das Confederações da FIFA, em 26 de junho de 2003, sem dúvida ajudou a impelir a comunidade do futebol a encontrar maneiras de prevenir incidentes similares em campo no futuro, argumento exposto pelo professor Jiri Dvorak, médico-chefe da FIFA e presidente do F-MARC, no seu discurso de abertura. A autópsia do jogador camaronês revelou que ele tinha uma cardiomiopatia hipertrófica congênita da cavidade esquerda do coração, uma das principais causas de SCD em atletas, e outras alterações na cavidade direita do coração.

Estudos têm sido realizados para apurar as causas mais prováveis de tais incidentes e, acima de tudo, para aperfeiçoar e implementar medidas preventivas. Em uma iniciativa pioneira de um organismo esportivo, o F-MARC desenvolveu uma avaliação médica pré-competição (PCMA na sigla em inglês) específica para o futebol, e consequentemente cada jogador das 32 seleções participantes da Copa do Mundo da FIFA Alemanha 2006 teve de realizar esses testes para detectar uma possível doença cardíaca oculta.

O médico Fernando Di Paolo, em seguida, relatou um estudo que realizou no norte da Itália, onde um grande número de atletas profissionais foi examinado, já que o teste regular no país é uma prerrogativa exigida por lei. O que ele descobriu foi que, embora competir no nível mais alto, jogando futebol por exemplo, possa provocar SCD quando o coração já está enfraquecido pela até então doença não detectada, isso não deve de forma alguma ser tomado como a causa fundamental de tais incidentes.

"Acima de tudo, nos perguntamos como poderíamos lutar da melhor forma possível contra mortes de jovens atletas dessa maneira", disse. "Identificamos duas abordagens básicas: prevenção através da PCMA e, quando o ataque acontece, reação com um eficiente atendimento emergencial, compreendendo a desfibrilação." Os italianos exigiram um exame específico para todos os esportistas. "Inclusive a realização do eletrocardiograma em repouso no exame regular de uma população majoritariamente caucasiana fez com que a taxa de incidência de SCD caísse consideravelmente", explicou Di Paolo. Uma reação rápida e eficaz na sequência de um ataque cardíaco é fundamental quando ele não pôde ser prevenido, mas os índices de sobrevivência ainda continuam terrivelmente baixos, de 16% a 17%.

Padronizando a prevenção
A FIFA apoia abertamente a prevenção por meio da PCMA, e os resultados têm sido animadores até agora. "Foi importante ver que em 2006 todas as seleções que se classificaram para a Alemanha aderiram efetivamente ao programa", acrescentou Bert Mandelbaum, membro do Comitê Médico da FIFA e médico da seleção americana. "Desde então, nós o utilizamos o máximo possível e queremos ampliar o seu uso. A FIFA aceitou a sua responsabilidade em relação à saúde dos jogadores, colocando a PCMA em prática."

Mas o que é exatamente a PCMA? Ela consiste em toda uma bateria de exames médicos para que seja possível detectar eventuais problemas cardíacos, entre outras coisas. A PCMA da FIFA inclui não apenas um eletrocardiograma em repouso, mas também um ecocardiograma do coração para maximizar as possibilidades de detecção de doenças. O objetivo agora é padronizar um sistema preventivo no futebol e vê-lo aplicado em todos os lugares e a todas as pessoas, tal como indicado. É exatamente isso que, por exemplo, o médico Yacine Zerguini vem conseguindo fazer na sua Argélia. "Houve inúmeros desafios", afirmou. "Para tornar o exame obrigatório, fizemos dele uma condição para obter a licença necessária àqueles que disputam competições. Depois disso, tivemos que armazenar as informações de 150 mil jogadores em um banco de dados, assegurando o respeito à confidencialidade do paciente. Conseguimos fazer isso, o que prova que a PCMA padronizada é possível em larga escala."

O presidente do Comitê Médico da FIFA, Michel D'Hooghe, também acredita na eficácia dessa prevenção, mas acha também que todos terão de trabalhar para universalizar a implementação. "Existem 260 milhões de jogadores no mundo, e sabemos muito bem que será difícil aplicar a PCMA a todos eles", disse. “A FIFA está comprometida a colocá-la em prática no nível mais alto, mas as associações membros terão de seguir o exemplo e realizar o mesmo esforço."

No entanto, a PCMA também pode ser implementada de forma gradual, começando com uma simples avaliação do histórico médico e um exame, e aprofundada apenas se algo suspeito for detectado, reduzindo assim os custos e os requisitos de infraestrutura. Embora esteja ainda em fase embrionária, essa abordagem preventiva representa claramente um importante avanço na luta para evitar a morte precoce de um novo Marc-Vivien Foe, Miklos Feher ou Antonio Puerta durante a prática do futebol.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

QUADRO DO MEU DESEMPENHO PROFISSIONAL:

QUADRO DO MEU DESEMPENHO PROFISSIONAL:


CLUBE TÉCNICO ANO CLASSIFICAÇÃO
EC. NOVO HAMBURGO POPÉIA 1996 CAMPEÃO 2ºDIVISÃO RS
EC. NOVO HAMBURGO POPÉIA/ PAULO CÉSAR MAGALHÃES 1997 PARTICIPAÇÃO DIVISÃO
INTERMEDIÁRIA
ANÁPOLIS FC CHINA 1998 3º COL. GOIANO
ANÁPOLIS FC OSMAR GUARNELLI 1998 PREP. À SÉRIE C. BRASIL.
AL RAED- ARÁBIA SAUD CHINA 1998-99 VICE-CAMPEÃO 2ºDIV.
VERANÓPOLIS – RS CHINA 2000 PARTICIP. ESTADUAL
CRB – ALAGOAS CHINA/ ADEMIR FONSECA 2000 PARTICIP. ESTADUAL
GREMIO INHUMENSE-GO CHINA 2000 VICE-CAMPEÃO 2ºDIV.
15 DE NOVEMBRO-RS NESTOR SIMIONATTO 2001 8º LUGAR-GAUCHAO
ANAPOLINA-GO SIDNEI NASCIMENTO 2001 BRASILEIRO SÉRIE-B
GOIATUBA-GO BATISTA(EX-SELEÇÃO 78-82
ALFINETE(EX-CORINTIANS) 2002 6º LUGAR – CAMP.
GOIANO
IMPÉRIO TOLEDO-PR ERNESTO GUEDES 2002 BRASILEIRO SÉRIE-C
GREMIO INHUMENSE-GO ALFINETE 2003 PARTICIP. ESTADUAL
GREMIO MARINGÁ-PR PINHO 2003 7º LUGAR ESTADUAL
GRÊMIO MARINGÁ-PR HUGO APARECIDO 2003 PRÉ-CLASS. SÉRIE C
E.C. SÃO JOSÉ(POA)-RS LUIZ FREIRE 2004 9º GAUCHÃO 2004
AL RAED – ARABIA LUIZ FREIRE 04/2005 VICE CUP FAISAL
AL RAED – ARABIA ABDUL AZIZ HODA 2005 SAUDI LIGA
AL RAED – ARABIA ABUNADA 2005 3ºPLACE SAUDI LIGA
CHAPECOENSE-SC CHINA 2006 PARTICIPAÇÃO
CHAPECOENSE-SC GUILHERME MACUGLIA 2006 DIVISÃO ESPECIAL
ANAPOLINA-GO PINHO 2007 PARTICIP.ESTADUAL
G.E.BAGÉ-RS LEOCIR DALLASTRA 2007 2ºDIVISÃO ESTADUAL
AL TAI CLUB FERNANDO SOARES 2007-08 SAUDI LIGA
BRUSQUE F.C. SUCA 2008-10 CAMPEÃO DIV.ESPECIAL
CAMPEÃO COPA SC
CAMPEÃO RECOPA SUL
7º LUGAR EST. 2009
SÉRIE D 2009
4º LUGAR COPA SC 2009
PARTIC. ESTADUAL 2010
CHAPECOENSE-SC SUCA 2010 PARTIC. ESTADUAL 2010
PARTIC. C. BRASIL 2010
E.C. SÃO JOSÉ(POA)-RS LUIZ CARLOS WINCK 2010 SÉRIE D BRASIL 2010
COPA RS 2010
C.E.AIMORÉ-RS CÍRIO QUADROS 2011 2ºDIVISÃO ESTADUAL
GRÊMIO ANÁPOLIS - GO 2011 - AUECIONE ALVES
PAYSANDU SPORT CLUB - 2011 - SÉRIE C - EDSON GAUCHO
BRASILIENSE FC. DF - 2012 - ESTADUAL DF - EDSON GAUCHO